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Hora de acordar os sentidos, na Ribeira da Torregela Destaque

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foto 150Os alunos do 8º ano do agrupamento responderam ao desafio do Clube Ciência Viva e entregaram-se ao tempo.
- "Senti a brisa do vento, senti-me livre, escutei o som das árvores e dos pássaros, senti o cheiro da natureza, senti o frio e um arrepio na pele." 
- "Senti uma tranquilidade imensa como nunca senti antes."
- "...senti o quente do sol e o cheiro das plantas frescas. Com isso, senti-me mais calma e relaxada, com um ar mais feliz."
- "Quando fecho os olhos sinto que estou sozinha, que ninguém me consegue ver, e que estou num espaço de uma só cor, que não sei qual é." 

No final de cada saída de campo, realizada à ribeira, o Clube Ciência Viva convidou os alunos a responder a mais um desafio.
Após terem explorado a ribeira, onde a visão foi o sentido privilegiado, foram desafiados a sentirem o meio que os rodeia, e o seu interior, com recurso aos restantes sentidos. 
"O que viste, o que escutaste, o que sentiste e como te sentiste?", foi a questão colocada para promover a partilha escrita individual. 
A tranquilidade, a liberdade e a paz foram os sentimentos mais referidos e pela maioria dos alunos.

Houve ainda quem sentisse a natureza de uma forma mais poética:
"O abanar equilibrado das folhas começa a revoltar-se

E elas abanam

Abanam com força, como se fossem saltar dos ramos

... a natureza começa a acalmar-se

Com tudo a ficar leve e calmo novamente

Isso, por alguns segundos

Pois a natureza fica num vai e vem
Sem decidir-se sobre o que realmente quer.”

Clube Ciência Viva na Escola - André de Gouveia

 

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Modificado em terça-feira, 29 novembro 2022 14:04